
Sobre rufi
rufi transforma electrorock, dor e estranheza em um universo próprio
Diminutivo de "Turdus Rufiventris", rufi é cantor, compositor e produtor independente de Goiânia (GO). Seu trabalho parte do electrorock brasileiro para construir uma sonoridade agressiva, dançante, irônica e estranha, cruzando guitarras e atitude punk com produção eletrônica, breakbeats, DnB, phonk e elementos da música urbana brasileira.
Mas a música é apenas o centro de um projeto maior.
rufi vem construindo um universo em que música, personagem, audiovisual e performance fazem parte da mesma obra. Máscara, glitches, humor, terror analógico e referências cyberpunk ajudam a formar uma identidade que transforma inquietação, isolamento e situações absurdas da vida cotidiana em música e imagem.
A história existe, mas não precisa ser explicada para que a música funcione. Por trás da máscara há pistas de uma narrativa maior — incluindo uma misteriosa instituição conhecida como A Clínica — que será revelada aos poucos conforme o projeto avança.
Antes dessa nova fase, rufi já vinha experimentando e construindo seu repertório de forma independente. O artista possui catálogo autoral disponível nas plataformas digitais, com faixas como ShittyVille, Dante! e To All The Boys, trabalhos que ajudam a estabelecer as bases da identidade musical que agora ganha uma direção mais definida.
O momento atual marca justamente essa transformação.
Além de desenvolver novas músicas, rufi começa a expandir o projeto através de formatos audiovisuais próprios, performances e conteúdos pensados para aproximar público, personagem e obra. Entre eles está “15 Segundos Ofendendo Seu Artista Favorito com Electrorock”, série de micro-reinterpretações que transforma músicas conhecidas através da linguagem sonora e visual do artista.
O objetivo não é abandonar a experimentação que deu origem ao projeto, mas organizá-la em torno de uma identidade reconhecível e preparar o próximo passo da carreira: levar rufi do quarto e da internet para a experiência ao vivo.
Produzindo de forma independente e desenvolvendo sua própria linguagem entre o eletrônico, o rock e a cultura de internet, rufi entra agora em uma fase de estruturação, ampliação de público e preparação para os primeiros palcos.
Você entra pelo beat. Fica pelo rufi.
E, agora, o palco é o próximo capítulo.

